A riqueza da arte escrita de Cabo Verde

Data 25/11/2008 | Assunto: Cultura


A Associação Nacional de Escritores – ANE, além de ser a mais antiga instituição cultural de Brasília, deu origem a outras entidades, como a Academia Brasiliense de Letras e o Sindicato de Escritores no Distrito Federal.
Foi fundada no dia 21 de abril de 1963, na Livraria Dom Bosco, que ficava na Rua da Igrejinha.
Em novembro (19), a ANE, recebeu a visita de dois notáveis escritores e poetas caboverdianos - Tomé Varela da Silva, presidente do Instituto das Tradições Orais e do Patrimônio de Cabo Verde e Corsino Fortes, presidente da Associação Caboverdeana de Escritores. Os escritores foram acompanhados da embaixatriz de Cabo Verde, Sara Pereira, que também é escritora.
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Híbrida e plural, a literatura caboverdiana é uma das mais ricas da África lusófona. De caráter múltiplo, seus autores geralmente são artistas completos: o escritor também é músico, pintor e poeta, por exemplo. “A poesia de Corsino tem estreita relação com a música. Manuel Lopes era músico e pintor. Essa é uma marca forte de Cabo Verde”, observa a professora da Universidade de São Paulo Simone Caputo. Uma das fases analisadas foi o movimento Claridade, criado sob a influência do realismo do nordeste brasileiro. “A geração da claridade é considerada a mordenista de Cabo Verde”. Os autores da corrente falam sobre os problemas de sua terra. Temas como seca, fome e esperança pela chegada da chuva são recorrentes.
Muitos são os escritores que dignificam a literatura caboverdiana.
Descobri-los e lê-los é uma tarefa apaixonante.




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