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Política : Cabo Verde e Espanha reúnem-se em IV Comissão Mista
em 18/02/2009 (265 leituras)


Cabo Verde e Espanha reúnem-se, quarta-feira, 19 de Fevereiro, para avaliar a IV Comissão Mista. O encontro, além de proceder ao balanço e avaliação do Programa de Cooperação 2007 - 2009, financiado pela Cooperação Espanhola, bem como à programação de novas acções de cooperação entre os dois países, visa preparar a próxima Reunião de Comissão Mista a ter lugar em 2010.



Enquadrado no reforço da cooperação já existentes entre os dois países, este encontro será assegurado pelo Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros, Jorge Borges, em representação do Governo de Cabo Verde e pelo Embaixador do Reino da Espanha em Cabo Verde, Manuel José Villavieja, em representação do Governo espanhol.
A cooperação entre Espanha e Cabo Verde tem-se concentrado nas áreas da Cultura, Educação/Formação Profissional, Segurança, Descentralização, Pesca, Agricultura e Meio Ambiente. A cooperação económico-empresarial tem sido igualmente dinamizada nestes últimos anos.
O Programa de Cooperação em curso, assinado em Março de 2007, para o triénio 2007-2009, está orçado em 27 milhões de euros e compreende ainda um envelope financeiro no valor global de 53 milhões de euros, sendo 50 milhões empréstimos concessionais para projectos no quadro do Fundo de Apoio ao Desenvolvimento e 3 milhões donativo para estudos de viabilidade.
A reunião será co-presidida pelo Director Geral da Cooperação Internacional, António Pedro Alves Lopes e pelo Chefe do Departamento África Subsahariana da Agência Espanhola de Cooperação Internacional de Desenvolvimento (AECID), José Manuel Albares.
De realçar que o Reino da Espanha é membro activo do Grupo de Apoio à Transição criado no quadro da Graduação de Cabo Verde da Lista dos PMA e tem colaborado com o nosso país no quadro da Parceria Especial com a União Europeia.



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A 5 de Julho de 1975, Cabo Verde ascendia à independência nacional, depois de um duro e longo combate de libertação, que os limites geográficos impuseram acontecer fora do seu território. Sabe-se que o caminho do futuro é, necessariamente, interminável. Às gerações que terão o dever e a obrigação de garantir o porvir da Nação não faltará trabalho. O esforço deve ser contínuo e permanente, tantos são os desafios que terão de enfrentar, num país carente de tudo, onde a falta de recursos é crónica. Porém, ao olharmos para trás, e podemos fazê-lo orgulhosamente, considerando o ponto de partida, a largada, só podemos acreditar que seremos capazes de enfrentar e vencer todas as dificuldades, não fosse o cabo-verdiano um povo vencedor, porque temperado a ultrapassar todas as agruras que a História lhe impôs. E não foram poucas, considerando a longa duração e a realidade! Muitos se insurgem contra o passado desconhecendo que esse mesmo passado nos cerca a cada passo. Ele se torna presente no quotidiano, sem que disso se dê conta. A verdade é que só se pode avaliar, crítica e convenientemente, o percurso andado, quem for capaz de olhar para trás. O que Cabo Verde é hoje não é obra de feliz acaso. É fruto de muito trabalho, dedicação, esforço e perseverança de quem acreditou ser possível a utopia/aventura da independência em 1975, porque partimos do zero e não tínhamos outro recurso que não fosse o indómito povo das nossas ilhas, sofredor mas esperançoso de que futuro seria diferente. E está sendo, tanto porque o seu povo sente e vê que a independência valeu a pena! Talvez, aos olhos dos mais novos, metade da população actual tem menos de 20 de idade, se fale dos muitos problemas que ainda persistem em muitas áreas No entanto, não foram poucos os avanços conseguidos nos últimos 35 anos da nossa existência como Nação independente. Há apenas 60 anos, 1/3 da população do arquipélago morria à fome. Há menos de 40 anos, dois terços da nossa população era analfabeta; as escolas eram para uma pequena elite; tínhamos à volta de 6 médicos; a esperança média de vida era de 45 anos; a previdência social era inexistente e o PIB per capita era US 150 dólares. São conquistas da independência, que não mais se morresse à fome; que o analfabetismo seja hoje residual no país; que a escolarização bruta seja a uma taxa de 115%; que a esperança de vida tenha alcançado os 75 anos e a mortalidade infantil tenha diminuído drasticamente; a previdência social abranje, hoje, mais de 30% da população e existam perto de 600 médicos, enquanto multiplicamos o PIB per capita por mais de 15, passando, por isso mesmo, de país menos avançado para um de rendimento médio. Por isso se diz, hoje, com orgulho, que Cabo Verde é uma Nação vencedora, sem triunfalismo, cientes de que muito caminho temos ainda pela frente, e certos de que, em democracia, sistema político abraçado pelos cabo-verdianos, quanto mais se avança, com a formação, educação, qualificação, quanto mais se afasta da ignorância e da miséria, serão cada vez maiores as exigências dos cidadãos, que devem ter bem presente, no entanto, os limites da capacidade real do país para responder às legítimas aspirações do seu povo. Cabo Verde mantém-se farol na luta pela dignidade de todos os cabo-verdianos, dentro e fora do território nacional, no abraço a povos amigos de vários quadrantes, que se mantêm suporte em ajudas e apoios para o seu desenvolvimento. A garantia é que, como sempre, saberemos merecer a confiança dos nossos parceiros, dando o devido caminho ao que deles recebemos, apenas em benefício do bem-estar da população. Sendo o seu povo a riqueza desta Nação, lutemos, pois, para que cada cidadão possa alcançar o seu máximo de potencialidade no espírito do Bem Nacional.

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